terça-feira, 8 de janeiro de 2013

RELATIVIDADE


Foi quando seu olhar
mirou, absorto, a janela
que reinventou seu tamanho
e decidiu-se pequeno
ínfimo ou quase nada.

Enorme seria se
vez ou outra
fitasse aquilo que há
na ideia de si mesmo
e quase nunca se vê.

5 comentários:

Tania regina Contreiras disse...


Bom começo de ano com relatividades! rs Saudade de te ler...
Abraços,

Ingrid disse...

certamente Pablo..
beijos e um belo ano novo..

Adjetivos a Gosto disse...

Não nos vemos, mas nos enxergamos a cada nova poesia, como um espelho. Parabéns pelas palavras!

Anônimo disse...

Oi lá, eu encontrei seu blog através do Google, enquanto busca para os primeiros socorros de um ataque cardíaco e seu post parece muito interessante para mim.

Parapeito disse...

E tudo é tão relativo e no entanto tão profundamente entrelaçado.
abraço*